Anta é solta em floresta no Estado do Rio de Janeiro para salvar espécie de extinção

Jasmim passará a viver livre na Reserva Ecológica de Guapiaçu a partir desta sexta 

Filha de Antônia e de Antenor, Jasmim deixou o local onde nasceu com uma missão: ajudar a corrigir um erro cometido há mais de um século. No dia 30 de outubro, a jovem anta doada pelo Zoológico de Guarulhos, em São Paulo, será solta na Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) se unindo a outras da sua espécie Tapirus terrestris que estão vivendo livres novamente nesta floresta localizada no Estado do Rio de Janeiro. No início do século XX, estes animais chegaram a ser considerados localmente extintos. Mas, devido à parceria entre os projetos Guapiaçu (patrocinado pela Petrobras e pelo Governo Federal) e Refauna, estão voltando à natureza.
 
- A reintrodução das antas em Guapiaçu estabelece a primeira população da espécie após mais de 100 anos de extinção no estado – afirma Maron Galliez, coordenador do programa de reintrodução e professor do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ).
 
O objetivo da parceria entre os dois projetos é restaurar relações ecológicas perdidas com o desaparecimento de mamíferos silvestres na Mata Atlântica. Conhecidas como “jardineiras da floresta”, as antas têm uma dieta que inclui frutas e uma enorme habilidade de dispersar sementes. Devido ao seu grande porte, necessitam de uma quantidade elevada de alimento e percorrem extensas áreas. Por isso, são capazes de semear grandes trechos, favorecendo a regeneração florestal. A longo prazo, esse movimento garante segurança hídrica e aumenta o sequestro de carbono atmosférico, combatendo o aquecimento global.
 
A espécie de anta da qual Jasmim faz parte foi extinta há mais de 100 anos no Estado do Rio de Janeiro devido à caça predatória e sua reintrodução na Reserva Ecológica de Guapiaçu teve início em 2017, com a chegada de três animais. Ao todo, já foram devolvidos ao seu habitat natural 11 antas e há registros de que um filhote nasceu livre na região. Apesar de quatro animais terem morrido, os remanescentes estão adaptados e contam com o apoio, inclusive, dos moradores do entorno da reserva.
 
“Estamos fazendo o que a natureza sempre fez e nos ensinou, cada parceiro do projeto ajuda com alguma coisa neste trabalho. A REGUA oferece a área de floresta, o Refauna especialistas para essa tarefa de Reintrodução e o Projeto Guapiaçu transporte e monitoramento. Precisamos da ajuda de todos para corrigir o erro de nossos antepassados e fazer o trabalho da natureza. Agora o desafio é mostrar para crianças e jovens como cuidar do nosso planeta.” – acrescenta Gabriela Viana, coordenadora executiva do Projeto Guapiaçu
 
Jasmim nasceu no Zoológico de Guarulhos no primeiro semestre de 2019 e, no último dia 31 de julho, foi transferida para uma área de aclimatação na reserva ecológica. A meta é transportar mais antas em breve para a floresta. Assim, acreditam os pesquisadores, será estabelecida uma população viável destes animais que, com o tempo, se dispersarão para o vizinho Parque Estadual dos Três Picos e outras áreas florestadas adjacentes, colonizando a região mais densamente florestada do estado, o Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense.
 

ANTAS 

São animais herbívoros que ingerem entre oito e nove quilos de alimento por dia, incluindo folhas, ramos, brotos, caules, cascas de árvores, plantas aquáticas e frutos. As antas são grandes responsáveis pela formação e manutenção da biodiversidade. Livres na natureza, elas vivem, em média, entre 20 e 25 anos. Em cativeiro, há registro de animais da espécie com mais de 35 anos de idade. É o maior mamífero terrestre da América do Sul e pesa entre 180 e 300 quilos, chegando a medir até 2 metros de comprimento. 

OS PARCEIROS

O projeto Guapiaçu, realizado pela Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), tem como objetivo o fortalecimento do ecossistema da bacia Guapi-Macacu. Por meio das ações de restauração florestal, reintrodução de fauna, educação ambiental e monitoramento da água, demonstra-se a relação entre a restauração ecológica e o serviço de provisão de água de qualidade na bacia hidrográfica.
Patrocinado pela Petrobras e pelo Governo Federal, o projeto já atingiu mais de 26 mil pessoas com atividades de educação ambiental (visitas, seminários e cursos) e restaurou 160 hectares de áreas degradadas, com o plantio de 300 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.

Desde 2010, o Projeto Refauna vem lutando para reverter a síndrome de florestas vazias em remanescentes de Mata Atlântica. Para isso, trabalha através da reintrodução de vertebrados para restaurar as interações ecológicas que foram perdidas.

A reintrodução das antas na reserva de Guapiaçu é executada pelo Laboratório de Ecologia e Manejo de Animais Silvestres (LEMAS) do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e pela Faculdade de Formação de Professores da Uerj (FFP-UERJ). A iniciativa é uma parceria entre o Laboratório de Ecologia e Conservação de Populações (LECP) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Laboratório de Estudos e Conservação de Florestas (LECF) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e o Laboratório de Ecologia e Manejo de Animais Silvestres (LEMAS) do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), com apoio da Fundação O Boticário, Faperj, BioParque Rio, Cras-Unesa, Fiocruz, Parque Nacional da Tijuca, Reserva Ecológica de Guapiaçu e Projeto Guapiaçu.

Já são 30.000 mudas plantadas esse ano pelo Projeto Guapiaçu

As atividades de restauração florestal do Projeto Guapiaçu seguem com todas os cuidados e medidas preventivas de saúde aos trabalhadores durante este período de quarentena.

Até o momento a equipe do projeto, que tem patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, já reflorestou 18 hectares na área da REGUA, com o plantio de aproximadamente 30.000 mudas de 146 espécies diferentes. A manutenção dos 160 hectares plantados entre 2013 a 2019 também estão sendo realizadas. Além disso, a equipe do Projeto também está se preparando para plantar mais 14 hectares em áreas de parceiros das comunidades do entorno da REGUA.

O pai das florestas plantadas

Por Lee Dingain – Representante da REGUA no Reino Unido.

Maurício Noqueira é o chefe do viveiro na Reserva Ecológica de Guapiaçu há 15 anos. Quase meio milhão de mudas nativas da Mata Atlântica plantadas em áreas da REGUA passaram pelas mãos de Maurício. Diante deste fato, temos o orgulho de chamá-lo de "o pai das florestas plantadas".

A Mata Atlântica é considerada um hotspot por conter uma rica biodiversidade, inclusive maior que a da Floresta Amazônica, além de um alto grau de endemismo. É também a segunda maior floresta tropical da América do Sul, já que se estende ao longo da costa desde o Rio Grande do Norte até o nordeste da Argentina. Esta floresta também está ameaçada, já que sofreu anos de perda de habitat deixando-a com um tamanho bastante reduzido. Estimativas nos informam que variam de menos de 16% a 7%, dos quais muitos são fragmentos florestais.

A alta bacia do rio Guapiaçu, onde a REGUA está inserida, está coberta por extensiva floresta em topos de morros íngremes, assim como pequenos fragmentos de florestas em sua baixada. Logo, um dos nossos objetivos é reflorestar o máximo que pudermos, e quando possível, reconectar fragmentos florestais ao principal bloco de floresta.

O programa de reflorestamento começou em 2001, com os primeiros plantios feitos em 2004. Desde então, a REGUA já reflorestou em torno de 340 hectares e plantou aproximadamente 550 mil mudas, das quais 300 mil começaram a ser plantadas a partir de 2012 em parceria com o Projeto Guapiaçu, programa financiado pela Petrobrás Socioambiental. O viveiro foi construído em 2005 e gradativamente foi crescendo até poder acomodar 20 mil mudas por ano. Em 2012, após um rearranjo e mudança de espaço físico do viveiro, a produção anual de mudas também aumentou. O número de mudas produzidas no viveiro a partir da parceria com o Projeto Guapiaçu tem chegado a 100 mil por ano.

Maurício da Conceição Nogueira, criado no vilarejo de Guapiaçu, sonhava em ser motorista de caminhão para poder percorrer e conhecer o Brasil por inteiro. Porém em 2001, ele se tornou um dos primeiros funcionários da REGUA e aceitou o trabalho como guarda-florestal. Após 3 anos de trabalho nas matas, abrindo trilhas e avistando espécies ameaçadas e endêmicas como o Muriqui-do-Sudeste (Brachyteles arachnoides), juntamente com o seu colega de trabalho Rildo da Rosa Oliveira, ele passou a ser o jardineiro encarregado da manutenção dos jardins da Pousada e das áreas próximas ao centro de visitantes da REGUA. Paralelamente a este trabalho, Maurício começou a coletar sementes e a produzir mudas para o programa de reflorestamento. À medida que mais áreas iam sendo disponibilizadas para o reflorestamento, suas funções e responsabilidade no viveiro aumentaram. 

Com vontade de crescer em sua profissão e se tornar um especialista em reflorestamento, Maurício buscou treinamento profissional. Ele atendeu cursos que abordavam temas como coleta de sementes, germinação, produção e qualidade de mudas, espécies importantes para o reflorestamento, além de aprender nomes científicos de espécies. Com a afinidade e o sucesso em produzir mudas e seus cursos completados, Maurício se tornou o chefe do viveiro em 2005, que atualmente tem a capacidade de produzir até 100 mil mudas por ano.

Cerca de 180 espécies de espécies nativas da Mata Atlântica são produzidas no viveiro. A maioria das espécies são pioneiras, caracterizadas pelo rápido crescimento, intolerantes à sombra e primeiras colonizadoras como o Araribá-rosa (Centrolobium tomentosum) e o Pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha). Outras espécies secundárias, como o Cedro (Cedrela fissilis), também são produzidas, assim como espécies climácicas, características de florestas mais maduras, como o gigante Jequitibá-rosa (Cariniana legalis), a árvore mais alta da Mata Atlântica. Plantar uma variedade de espécies de diferentes estágios de crescimento aumenta a variedade em um reflorestamento e ajuda na sucessão natural.  Apesar das espécies pioneiras apresentarem um rápido crescimento, que vai de 1,5 a 2 metros de altura por ano, as mudas de espécies de crescimento mais lento têm vida mais longa e facilmente superam as pioneiras no sub-bosque sombreado, dominando a floresta recém-formada à medida que o dossel se torna mais denso.

A maior parte das mudas são produzidas a partir de sementes coletadas na floresta pelos guardas-florestais e pelo Maurício, que mantém registros das matrizes, árvores que são capazes de produzir sementes de boa qualidade, e suas coordenadas geográficas. Algumas sementes são coletadas no chão, porém outras devem ser coletadas da própria árvore, e para isso, Maurício usa a técnica de rapel. As sementes coletadas nos topos das árvores são dispersadas pelo vento, por isso Maurício fez o curso de rapel, no Parque Estadual dos Três Picos, para aprimorar a técnica de coleta de sementes.

Uma vez germinadas, as plântulas são transportadas para sacos de plástico ou tubetes para se desenvolverem e virarem mudas que serão levadas para as áreas de reflorestamento. Maurício rega as mudas duas vezes por dia e a limpeza de ervas daninhas é uma tarefa sem fim, especialmente no verão. Algumas espécies, como a Braúna (Melanoxylom brauna), que são importantes devido à qualidade de sua madeira, são mais sensíveis e exigem um maior cuidado durante seu desenvolvimento. Ver o crescimento dessas espécies traz orgulho para o Mauricio, e ver espécies mais exigentes como a Braúna crescerem, traz uma sensação de dever cumprido.  

Plantar as mudas requer trabalho em equipe. Todo ano durante o período chuvoso, as mudas são transportadas na caminhonete do viveiro até a área de plantio, e muitas vezes, mulas são usadas para levar as mudas até os topos dos morros. É um trabalho que exige resistência física, geralmente no período mais quente do ano, porém aproveitando essa estação chuvosa para que as mudas cresçam rapidamente. A manutenção é essencial pois as principais ameaças vão de formigas, que se alimentam das folhas e podem atrapalhar o crescimento das árvores em formação, controle de ervas daninhas e irrigação em tempos de seca. Contudo, graças à qualidade das mudas e manutenção pós plantio, a REGUA alcançou uma taxa de sobrevivência de mudas de 95%.     

Essencial ao crescimento profissional do Maurício está a Engenheira Florestal e Mestre Aline Damasceno, que atualmente faz parte da equipe do Projeto Guapiaçu. Ela pode ser considerada a sua mentora pois transmitiu a ele seu conhecimento, experiência e paixão pelo seu trabalho com as árvores. Graças a ela, também, a infraestrutura do viveiro pôde ser melhorada, além dela ter sido instrumental na obtenção de recursos para outros programas de reflorestamento. A fim de incentivar o trabalho de reflorestamento conduzido na REGUA, Aline e Maurício também deram cursos de coleta e produção de mudas para os guardas-florestais da REGUA e guarda-parques do Parque Estadual dos Três Picos. 

Maurício tem muito orgulho do trabalho que vem desempenhando na REGUA e fica muito satisfeito com o seu reconhecimento como chefe do viveiro. Com futuras áreas a serem adquiridas pela REGUA, que o Maurício possa seguir com sua belíssima e valiosa contribuição.

Maurício Noqueira, ‘o pai das florestas plantadas’ –, segura nas mãos uma das mais de 500 mil mudas que passaram por seu cuidado na REGUA, Brasil. Imagem por: ©Micaela Locke

A REGUA já plantou um pouco mais de meio milhão de mudas desde 2004, reconectando fragmentos de florestas isolados e reflorestando 384 hectares de terrenos degradados no Vale do Guapiaçu. Imagem por: ©Barry Yates.

Maurício trabalhando no primeiro viveiro com a ajuda dos primeiros voluntários internacionais que vieram à REGUA. Imagem por: ©Lee Dingain.

Maurício arrumando as mudas no viveiro, que atualmente pode produzir até 100 mil mudas por ano para serem utilizadas nas áreas de reflorestamento da REGUA. Imagem por: ©Micaela Locke.

No verão, as mudas precisam ser irrigadas duas vezes por dia, uma árdua tarefa especialmente em tempos de plantio, que exige uma grande produção de mudas diária. Imagem por: ©Micaela Locke

A época de plantio na REGUA coincide com a estação chuvosa durante o verão. As chuvas constantes ajudam na fixação e crescimento das mudas. Imagem por: ©Alan Martin.

O plantio requer grande esforço e trabalho em equipe, especialmente porque exige resistência física e porque em geral é feito em terrenos íngremes. Imagem por: ©Nicholas Locke.

Maurício no viveiro da REGUA. Imagem por: ©Micaela Locke.

 

UM PASSEIO PELA MATA ATLÂNTICA SEM SAIR DE CASA

Trilha virtual dentro de reserva ecológica é atração do Projeto Guapiaçu, voltada para estudantes e amantes da natureza

Que tal aproveitar a quarentena para fazer uma trilha pela Mata Atlântica? E com direito a um guia super especializado e muitas informações sobre a fauna, a flora e tudo que faz parte deste importante bioma. É possível fazer isso sem sair de casa, através de um tour virtual. Lançado para celebrar a Semana do Meio Ambiente, o passeio é a forma encontrada pelo Projeto Guapiaçu, uma iniciativa da Reserva Ecológica de Guapiaçu, no município de Cachoeiras de Macacu, para manter sua atuação na área de educação ambiental.

“Há alguns anos utilizamos as trilhas como ferramenta de educação ambiental, onde, de forma lúdica, sensibilizamos jovens sobre a importância do meio ambiente. Em 2018, a trilha recebeu melhorias para garantir acessos às pessoas com deficiência física e placas com conteúdo educacional. Agora, com a pandemia, tivemos de nos adaptar à realidade do isolamento social, para manter o conteúdo à disposição de todos. Além disso, em momentos de isolamento, em especial nas cidades, a falta de contato com a natureza pode criar mais ansiedade. Agora, quem quiser ter uma experiência com a Mata Atlântica pode fazer isso sem sair de casa”, explica a coordenadora executiva do projeto, Gabriela Viana.

Patrocinado pela Petrobras e pelo Governo Federal e apoiado pelas prefeituras de Cachoeiras de Macacu e de Itaboraí, o projeto já atingiu mais de 26 mil pessoas com atividades de educação ambiental (visitas, seminários e cursos) e restaurou 160 hectares de áreas degradadas, com o plantio de 300 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.

TRILHAS COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO

A experiência mostrou aos membros do Projeto Guapiaçu que as Trilhas Interpretativas Guiadas são um importante instrumento de educação ambiental, pois a mensagem é passada de maneira informal e agradável, o que se mostra bastante eficaz. Para a criação do tour virtual, foi escolhida a trilha Grande Vida, a primeira da região com acessibilidade, que tem 1.400 metros.

Com foco nos estudantes, mas podendo ser visitada por qualquer um que tenha interesse, foram definidos pontos de parada, momento em que são abordados temas como ciclo da água, formação do solo, sucessão florestal (os diferentes tipos de vegetação e sua transformação com o tempo), biodiversidade, cadeia alimentar, ecossistemas associados à Mata Atlântica, ciclo do carbono e a relação do homem com a natureza.

Durante a jornada, é possível observar as pegadas dos animais que vivem neste ecossistema, inclusive mamíferos como a anta, capivara, tatu-galinha, paca e cachorro-do-mato, assim como os sons de aves da região. E quatro espécies de árvores são consideradas as estrelas da trilha: Pau Brasil, Cajá-mirim, Jequitibá-rosa e Vinhático.

 

NOVA FASE DO PROJETO

Além da novidade tecnológica, em sua terceira fase o Projeto Guapiaçu chega ao município vizinho de Itaboraí e passa a atuar junto às crianças de até 6 anos (primeira infância) com seu projeto educacional, que já qualificou professores, alunos, moradores, condutores de trilhas, líderes comunitários e agricultores. Além disso, nesta fase, serão reflorestados mais 100 hectares (aproximadamente 100 campos de futebol) com 130 mil mudas produzidas no viveiro da Reserva, em sua maioria plantadas com sementes coletadas na região.

PARA O FIM DA QUARENTENA

Ao realizar o passeio virtual, é inevitável se deparar com a vontade de visitar a Reserva Ecológica de Guapiaçu. Para receber os interessados em turismo ecológico, o espaço conta com uma pousada, muito frequentada por observadores de pássaros. São mais de 40 quilômetros de trilhas bem cuidadas. A trilha Grande Vida, por exemplo, recebeu adaptação em boa parte de seus 1.400 metros para receber pessoas com necessidades especiais.

 

OBJETIVOS DO PROJETO

• Integrar a comunidade à natureza;

• Discutir o conceito de bacias hidrográficas e sua importância como unidade de gestão ambiental;

• Despertar no estudante o interesse por atividades de interpretação do meio, estimulando-os a fazer o mesmo em seu local de origem;

• Identificar e diferenciar os tipos de vegetação nativa e exótica, a fauna a elas associadas e suas relações com o ambiente físico;

• Reconhecer a importância das áreas protegidas;

• Observar os impactos ambientais causados pela ocupação humana, estimulando os alunos a buscar soluções ou medidas mitigadoras.

 

HISTÓRICO

A Reserva Ecológica de Guapiaçu (Regua) é uma Organização Não Governamental (ONG) com mais de 16 anos, situada na sub-bacia do rio Guapiaçu, no município de Cachoeiras de Macacu, no Rio de Janeiro. Seu principal objetivo é proteger a Mata Atlântica e sua biodiversidade do desmatamento, da caça e da exploração predatória de recursos naturais. Além disso, a proposta inclui restaurar habitats nativos, reintroduzir espécies extintas localmente, inventariar a biodiversidade local e fazer um trabalho de educação ambiental com a comunidade.

 

Assessoria de Imprensa:

Celia Abend – 21 99318-0249 (Whatsapp) - celiaabend@yahoo.com.br

Pedro Motta Lima – 21 98681-0303 (Whatsapp) – pmottalima@gmail.com

Projeto Guapiaçu comemora o Dia Mundial da Anta com boas notícias!

No dia 27/04 foi comemorado o Dia Mundial da Anta. Um dia importante para refletir sobre o papel deste animal na natureza. Além de ser o maior mamífero terrestre da América do Sul, ela é considerada a “jardineira da floresta” e tem papel indispensável como dispersor de sementes nos ecossistemas em que habita. Os dispersores de sementes são fundamentais na renovação das florestas de forma geral, sem estes animais, assim como os polinizadores, a floresta pode morrer.


Reconhecendo essa importância, o projeto Guapiaçu, que é patrocinado pela Petrobras e pelo Governo Federal, está apoiando esta reintrodução realizada pelo REFAUNA. Ao longo de dois anos serão mais 4 indivíduos que retornarão à natureza.

Desde 2017, por meio do projeto REFAUNA já foram reintroduzidas na REGUA 10 antas. Segundo dados do INEA (Instituto Estadual do Ambiente) a anta é considerada extinta no estado do Rio de Janeiro, tendo seu último relato de ocorrência em 1914 no Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Com a reintrodução que acontece na REGUA foi confirmado o primeiro nascimento na natureza de uma anta reintroduzida. O filhote já pôde ser avistado passeando com sua mãe nos arredores da REGUA, sinal que o processo de reintrodução está sendo um sucesso.


Apesar da má fama do nome, vale ressaltar que as antas são consideradas animais com grande capacidade de memória, possuidoras de uma grande quantidade de neurônios e com um papel importantíssimo na regeneração das florestas.
 

Acompanhe todas as notícias sobre a reintrodução das antas, como também todas as atividades do projeto Guapiaçu pelas nossas redes sociais: @projetoguapiacu no Facebook, e @projetoguapiacu no Instagram.

RESULTADO DA SELEÇÃO
DO PROGRAMA PILOTO DE MONITORAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS

Chegou a sua vez de se tornar um monitor ambiental!

O monitor ambiental do projeto Guapiaçu percorre os municípios de Cachoeiras de Macacu e Itaboraí, acompanhados pela equipe do projeto, para realizar as coletas e análises de água. Serão coletadas amostras de água em doze pontos dos rios Macacu, Guapiaçu e Caceribu e os resultados serão analisados pelos jovens em um laboratório.

Além de muito aprendizado e novas experiências o monitor ambiental tem a oportunidade de conhecer diversos lugares dos municípios.

Vem conferir a lista dos aprovados! Clique aqui!

GUAPIAÇU GRANDE VIDA E PROJETOS PATROCINADOS PELA PETROBRAS PLANTARÃO CERCA DE 4.500 MUDAS DE ESPÉCIES AMEAÇADAS EM TODO O BRASIL NO DIA DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS

O projeto Guapiaçu Grande Vida em conjunto com 14 projetos patrocinados pela Petrobras, plantarão cerca de 4500 mudas em várias regiões do país no próximo dia 17.  O Guapiaçu Grande Vida é o responsável pelo plantio de 300 mudas nativas da Mata Atlântica, das quais, 100 são ameaçadas de extinção. Espécies como Garapa, Jequitibá-rosa, Cedro-rosa, Imbirema, Jacarandá-da-bahia, Palmito-juçara, Braúna, Pau-brasil, Cambucá e Bicuíba serão plantadas no município de Cachoeiras de Macacu/RJ.

Na cultura popular brasileira, a proteção das florestas é personificada na figura mística do Curupira, um espírito mágico que habita as florestas e ajuda a protegê-la da invasão e ataque de pessoas má intencionadas. Por este motivo, o dia 17 de julho também é considerado o Dia do Curupira, o “protetor das florestas”. Por isso, nesta data muitas ações práticas são realizadas para mostrar à população os perigos que aguardam a humanidade, caso não seja feito algo para proteger as florestas.

Essa ação, que envolverá crianças, jovens, universitários, pessoas com deficiência, comunidades tradicionais e povos indígenas, pretende reforçar a importância da proteção das florestas não só para a regulação do clima, mas também para a manutenção da vida no planeta. A ideia é aproximar as pessoas e a natureza, disseminando conhecimentos sobre as espécies ameaçadas, a necessidade de recuperação e preservação dos recursos para gerações futuras e também a utilização das plantas em várias atividades humanas como a alimentação, o uso medicinal, a produção de cosméticos, entre outros.

Esta ação conta com uma campanha digital nas redes sociais dos projetos participantes com a hashtag #florestaseclima e #juntospelomeioambiente.

O projeto Guapiaçu Grande Vida é realizado no estado do Rio de Janeiro, pela Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) em parceria com a Prefeitura de Cachoeiras de Macacu. O projeto atua com a restauração ecológica e a educação ambiental. São 160 hectares de Mata Atlântica restaurados na sub-bacia do rio Guapiaçu e na educação ambiental, uma das novidades é o Programa Piloto de Monitoramento de Recursos Hídricos (PPMRH), envolvendo estudantes em coletas e análises de água de rios do município.

CONHEÇA ABAIXO OS PROJETOS ENVOLVIDOS NESSA AÇÃO DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS

Projeto Agroflorestar: www.cooperafloresta.com

Projeto Amazonas sustentável: www.fas-amazonas.org

Projeto Ar, Água e Terra: www.projeto.iecam.org.br
Projeto CO2 Manguezal: www.co2manguezal.org

Projeto De Olho na Água: www.deolhonaagua.org.br

Projeto Florestas de Valor: www.imaflora.org/comunidades-areas-protegidas_florestas-de-valor.php

Projeto Guapiaçu Grande Vida (GGV): www.ggvbr.org/o-projeto
Projeto No Clima da Caatinga: www.noclimadacaatinga.org.br/projeto

Projeto Pacto das Águas: www.pactodasaguas.org.br

Projeto Semeando Água: www.semeandoagua.ipe.org.br
Projeto Semeando sustentabilidade: www.semeandosustentabilidade.org/historico-da-rioterra

Projeto Verde Novo: www.copaiba.org.br/verdenovo

Projeto Viveiro Cidadão: www.viveirocidadão.org.br
Projeto Uçá: www.projetouca.org.br/o-projeto
Projeto Uruçu Capixaba: www.ibramar.org/urucu


 

 

A Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA),
tem a honra de comunicar mais uma edição do projeto Guapiaçu

O projeto Guapiaçu é uma realização da REGUA com o patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Entre os anos de 2013 a 2019, o projeto restaurou 160 hectares de área degrada no município de Cachoeiras de Macacu. Durante este período, foram realizadas diversas atividades de educação ambiental que, no total, mobilizaram e capacitaram mais de 26.000 pessoas, entre estudantes, professores e pesquisadores.

Em janeiro de 2020, o projeto Guapiaçu começou uma nova fase. As atividades, que antes eram realizadas no município de Cachoeiras de Macacu, foram ampliadas para incluir áreas do município de Itaboraí.

Com a realização do projeto, que é patrocinado pela Petrobras e Governo Federal, serão reflorestados mais 100 hectares de área degradadas com 130.000 mudas produzidas no viveiro da REGUA, além da criação de um banco de dados e mapeamento das áreas prioritárias para restauração. Essas áreas são importantes na conexão de fragmentos florestais e formação de corredores ecológicos.

Uma das novidades do projeto é o apoio ao programa de reintrodução da anta (Tapirus terrestres). A reintrodução já vem sendo realizada na REGUA desde 2018 pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Ao todo, serão reintroduzidos mais 4 indivíduos. A anta foi extinta do Rio de Janeiro há mais de 100 anos e possui um importante papel ecológico para a renovação da floresta.

Na educação ambiental, ocorrerá um fortalecimento das ações de conscientização por meio de um programa integrado que envolverá todos os ciclos da educação básica: O Programa Integrado de Educação Ambiental. Para crianças com até 6 anos, serão realizadas atividades lúdicas nas creches e pré-escolas da região com objetivo de incentivá-las a se tornarem disseminadoras das causas ambientais. Para o Ensino Fundamental e Médio, a trilha interpretativa adaptada Grande Vida que visa proporcionar uma experiência única de sensibilização com os jovens por meio do Programa de visitação à RPPN REGUA. A estimativa é receber 4.000 jovens ao final de 24 meses. Já o Programa Piloto de Monitoramento de Recursos Hídricos capacitará estudantes do Ensino Médio da rede pública dos municípios de Cachoeiras de Macacu e Itaboraí. Os jovens serão selecionados e treinados para realizar o monitoramento da qualidade da água em 12 pontos dos rios da bacia hidrográfica Guapi-Macacu e Caceribu, totalizando 360 análises físico-químicas e biológicas.

Por meio de ações de restauração florestal, educação ambiental e monitoramento da qualidade da água procura-se demonstrar a relação entre a restauração ecológica e o serviço de provisão de água de qualidade na bacia hidrográfica.

Quer saber mais sobre a REGUA e o projeto Guapiaçu? Visite nossas redes sociais: @projetoguapiacu no Facebook, e @projetoguapiacu no Instagram.

 

GUAPIAÇU GRANDE VIDA E PROJETOS PATROCINADOS PELA PETROBRAS PROMOVERÃO PLANTIO SIMBÓLICO EM TODO O BRASIL EM COMEMORAÇÃO AO DIA INTERNACIONAL
DAS FLORESTAS

O projeto Guapiaçu Grande Vida, no dia 21 de março de 2019 realizará o plantio de 100 mudas nativas da Mata Atlântica, de aproximadamente 30 espécies diferentes na APA da bacia do rio Macacu. Essa iniciativa faz parte uma ação em rede que é resultado da integração de projetos patrocinados pela Petrobras, da linha floresta e clima, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.
 

Os projetos que integram esta rede são: Projetos Ar Água e Terra: Vida e Cultura Guarani (RS), De Olho na Água (CE), Florestas de Valor (PA), Guapiaçu Grande Vida (RJ), Verde Novo (MG e SP), Viveiro Cidadão (RO), Uruçu Capixaba (ES) e Semeando Água (SP).

 

O plantio simbólico de milhares de espécies arbóreas acontecerá também em várias regiões do país na data em que se reforça a importância das florestas não só para a regulação do clima, mas também para a manutenção da vida no planeta. O evento envolverá crianças, adolescentes, jovens, universitários, pessoas com deficiência, comunidades tradicionais e povos indígenas e visa sensibilizar as pessoas sobre a importância das florestas.

 

Os projetos integrantes da Rede acreditam que envolver as pessoas em ações como esta é fundamental para sensibilizá-las e conscientizá-las sobre a sua relação com a natureza e a importância da preservação e recuperação das florestas. 

 

Esta ação conta com uma campanha digital nas redes sociais dos projetos participantes com a hashtag #florestaeclima.

 

O projeto Guapiaçu Grande Vida é realizado no estado do Rio de Janeiro, pela Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) em parceria com a Prefeitura de Cachoeiras de Macacu. O projeto atua com a restauração ecológica e a educação ambiental. São 160 hectares de Mata Atlântica restaurados na sub-bacia do rio Guapiaçu e na educação ambiental, uma das novidades é o Programa Piloto de Monitoramento de Recursos Hídricos (PPMRH), envolvendo estudantes em coletas e análises de água de rios do município.

 

LINKS DOS PROJETOS:

Projeto Ar, Água e Terra: www.projeto.iecam.org.br

Projeto De Olho na Água: www.deolhonaagua.org.br

Projeto Florestas de Valor: www.imaflora.org/comunidades-areas-protegidas_florestas-de-valor.php

Projeto Guapiaçu Grande Vida (GGV): www.ggvbr.org/o-projeto

Projeto Verde Novo: www.copaiba.org.br/verdenovo

Projeto Viveiro Cidadão: www.viveirocidadão.org.br

Projeto Uruçu Capixaba: www.ibramar.org/urucu

Projeto Semeando Água: www.semeandoagua.ipe.org.br

PROGRAMA-PILOTO DE MONITORAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS
CHEGA A 100 COLETAS DE ÁGUA NA SEMANA DO MEIO AMBIENTE​

O projeto Guapiaçu Grande Vida tem como uma das estratégias de educação ambiental a sensibilização de estudantes do município de Cachoeiras de Macacu por meio do monitoramento dos recursos hídricos da bacia Guapi-Macacu. Esse programa piloto conta hoje com a participação de 20 monitores ambientais e completará 100 coletas e análises de água na Semana de Meio Ambiente. 


O objetivo do programa Piloto de Monitoramento de Recursos Hídricos (PPMRH) é o de promover a sensibilização dos jovens sobre os diferentes impactos das atividades humanas nos recursos hídricos. Um município que tem água no seu nome, deve promover o debate sobre a importância deste recurso. 

Além disso, deve promover a conscientização para minimizar os impactos negativos e garantir a provisão de qualidade e na quantidade necessárias às vidas de diferentes espécies na região, agora e no futuro. Facilitar esta mudança no comportamento é um dos principais objetivos do projeto Guapiaçu Grande Vida, que conta com patrocínio da Petrobras e apoio da Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu, é uma realização da Reserva Ecológica de Guapiaçu – REGUA.  


As coletas são feitas mensalmente, em pontos previamente definidos e marcados com GPS, nos rios Macacu, Guapiaçu e Boa Vista, situados no município de Cachoeiras de Macacu, RJ. As análises são realizadas na escola parceira e fazem parte das análises dados como nível de pH, coliformes, nitrato, amônia e temperatura. 


Os relatos dos monitores que participam do programa revelam que as mudanças já podem ser observadas. “As coletas de hoje foram muito interessantes, tinha locais do município que eu não conhecia ainda e foi uma nova experiência para mim. Cada dia eu estou aprendendo mais e mais”. Relatou Matheus Silva.


Como resultado adicional observa-se que os monitores apresentam melhora no desempenho acadêmico. Foi o que relatou a estudante Tatiane Carvalho: “O curso me ajudou muito pois me fez enxergar os rios com outros olhos. E tem contribuído na minha formação, já que pude aprender mais a fundo matérias que não tenho na minha escola”.  
A integração da equipe com os monitores também é um fator que motiva a todos e favorece o sucesso do PPMRH. 

 

Segundo Lucas Bitencourt, monitor no programa: “Quando eu venho me divirto bastante, aprendo muitas coisas interessantes com o pessoal. O curso nos ensinou bastante sobre a importância da água, saber que a gente tem que preservar. Eu adoro esse tipo de coisa, eu me amarro, gosto muito do projeto.”


É nesse sentido que as ações de educação ambiental assumem o papel de transformar esses jovens e contribuir para a formação de cidadãos conscientes da importância da conservação ambiental. 


Os resultados são compilados num banco de dados e organizados de forma a elaborar uma publicação, prevista para ser concluída em 2019. Ao final do projeto serão 288 amostras de 12 pontos dos três rios, coletadas e analisadas por 40 monitores ambientais.

PRIMEIRA TURMA DO CURSO DE CONDUTORES DE TRILHAS
É FORMADA PELO PROJETO GUAPIAÇU GRANDE VIDA

O curso de condutores é um desejo do projeto Guapiaçu Grande Vida desde a sua primeira fase. Em 2018 iniciamos a seleção e depois de muito planejamento o curso foi colocado em prática e assim, em dez módulos, num total de 100 horas os cursistas aprenderam sobre diversos temas. 


Dentre os temas abordados, debateu-se desde princípios básicos de legislação ambiental, tipos de unidades de conservação, conceitos de ecoturismo, geografia, cultura e biodiversidade da região de Cachoeiras de Macacu, noções básicas de localização, cartografia, meteorologia e climatologia, prevenção de incêndios, acidentes e diversos outros assuntos indispensáveis para formar um condutor de trilhas preparado para proporcionar um bom passeio para quem quer conhecer as belezas de nossa região.

O curso de condutores de trilha possui uma grande importância não apenas para a Reserva Ecológica de Guapiaçu e para o projeto Guapiaçu Grande Vida, mas também para o município de Cachoeiras de Macacu, que indiscutivelmente possui uma grande aptidão para as atividades ligadas ao meio ambiente e à sustentabilidade.  Nosso município tem cobertura de quase 50% de Mata Atlântica e este número pode aumentar com exemplos como o do Projeto Guapiaçu Grande Vida que, com o patrocínio da Petrobras, já reflorestou 130 hectares de floresta e está em meio a mais uma fase de recuperação de mais 30 ha. 


A equipe REGUA trabalha com afinco para sempre ampliar a quantidade de áreas restauradas mas entende que o envolvimento do ser humano com a natureza é fundamental para o sucesso das iniciativas de restauração ecológica. 

A conclusão do curso garante que os 22 profissionais formados atuarão como propagadores da informação em prol da conservação de áreas que contribuem para o bem estar humano e manutenção da natureza.


Formar condutores de trilha também possui uma importância econômica, uma vez que influenciamos as pessoas a terem uma alternativa de geração de renda compatível com o que é oferecido no município, dispensando grandes deslocamentos diários para a metrópole, como de praxe. 


O curso de formação de Condutores de Trilha foi uma das atividades desenvolvidas pelo projeto Guapiaçu Grande Vida, uma realização da REGUA, com o apoio da Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu e com o patrocínio da Petrobras.  

 
 

GINCANA ÁGUAS QUE ROLAM AGITOU
AS REDES SOCIAIS NESTE MÊS DAS ÁGUAS

 

Em comemoração ao Dia Internacional da Água (22 de março) o projeto Guapiaçu Grande Vida, que é realizado pela REGUA – Reserva Ecológica de Guapiaçu, com o apoio da Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu e o patrocínio da Petrobras organizou, junto com a Secretaria Municipal de Educação, a Gincana Águas que Rolam. A iniciativa foi um sucesso e mobilizou estudantes e comunidade escolar na escolha das melhores fotos.

 

O tema água deve ser abordado no ambiente escolar em todos os anos e em todos os momentos e processos educativos. Esse ano promovemos a gincana já que esse tema foi ainda mais discutido no país. Pela primeira vez o hemisfério sul sedia o Fórum Mundial da Água, evento criado em 1996, pelo Conselho Mundial da Água, visando estabelecer os compromissos políticos acerca dos recursos hídricos.

 

O tema da Gincana foi: ‘Como o ser humano pode intervir nos nossos rios de maneira positiva ou negativa?’. A fotografia é um excelente instrumento de sensibilização ambiental já que a visão é um dos sentidos mais importantes do ser humano e parar para fotografar faz que o aluno observe o mundo de uma outra maneira. Essa foi uma ótima oportunidade de envolver alunos de vários anos com o tema, despertando um novo olhar para o ambiente ao seu redor.

 

O evento se iniciou dentro de cada escola que trabalhou o tema água em sala de aula, estimulou os alunos a terem um novo olhar para o ambiente e promoveu um concurso fotográfico para fazer a escolha da fotografia que representasse cada unidade escolar. De 12 a 15 de março as escolas fizeram a inscrição na Gincana. No dia 16 de março as fotos foram para a fanpage do projeto Guapiaçu Grande Vida na rede social Facebook® para a votação popular até dia 22. Cada curtida/reação, compartilhamento e comentário valeu uma pontuação. A foto vencedora foi premiada no dia 26 de março, na Casa da Arte Wellington Lyra (CAWEL). A escola vencedora foi o C. Estadual Sol Nascente e ganhou uma câmera fotográfica e o autor da fotografia foi o aluno Antônio Carlos Rodrigues, do 2° ano, que ganhou um kit completo do projeto.  O aluno vencedor, junto com toda a comunidade escolar, conseguiu um total de 9.047 compartilhamentos da sua foto, 632 curtidas e mais de 7.300 comentários. O alcance da Gincana na página do projeto do Facebook® foi de 56.347 pessoas, um sucesso!! As escolas e os alunos participantes receberam Certificado de participação na Gincana.

 

Acompanhem as atividades do projeto Guapiaçu Grande Vida e aguardem novas surpresas.

SUPERVISORES DA REDE PÚBLICA RECEBEM TREINAMENTO PARA USO DE TRILHA INTERPRETATIVA NA REGUA

 

O Programa de Capacitação para professores e supervisores do projeto Guapiaçu Grande Vida tem por objetivo aproximar tais profissionais desse importante instrumento de sensibilização ambiental. Assim, há um melhor aproveitamento nas visitas escolar que acontecerão ao longo do ano na REGUA.

 

Em março, o curso teve como público-alvo os supervisores educacionais. Esse grupo tem por função envolver e direcionar toda a unidade escolar no tocante as potencialidades existentes no município, bem como as práticas pedagógicas desenvolvidas. A primeira etapa ocorreu nos dias 6, 15 e 27 de março com aulas teóricas e práticas na REGUA. Participaram das atividades 22 representantes das escolas de Cachoeiras de Macacu. A próxima edição do curso está prevista para o início do ano de 2019.

 

O uso da trilha interpretativa é uma ótima ferramenta em educação ambiental. Para melhor proveito dessa estratégia, é necessário preparar os profissionais da educação para seu uso. O educador não deve só conhecer bem o percurso da trilha, mas também seus potenciais que se correlacionam com os conteúdos trabalhados em sala de aula.

CLIPPING • MATÉRIAS SOBRE A NOSSA TRILHA ADAPTADA

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